Deputado diz que igrejas acolhem mais homossexuais do que os próprios grupos LGBTs

Deputado diz que igrejas acolhem mais homossexuais do que os próprios grupos LGBTs
Eli Borges diz que igrejas acolhem mais os homossexuais do que grupos LGBTs. Reprodução: Google

O deputado federal Eli Borgens (SD-TO) esteve na reunião da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados na última quarta-feira (10), para conhecer o trabalho que vem sendo desenvolvido pela ministra Damares Alves, chefe da pasta.

Na ocasião, o parlamentar rebateu alguns críticos do governo, indicando que o país foi entregue à nova gestão de forma desorganizada e com problemas antigos.


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“Ouvi algumas coisas aqui que vai me assustando. Parece que o Brasil não foi governador por um grupo, por um período longo, que não deixou nenhuma herança. Parece que deixaram um paraíso e que, em um pouco de tempo, alguém desfez este paraíso. Isso não é verdade”, disse ele.

Em seguida, falando sobre projetos sociais, Eli Borgens respondeu à crítica de uma deputada que defendeu programas diferenciados para o público LGBT, alegando que esse segmento é excluído da sociedade. Para o parlamentar, todos devem ser tratados conforma à Constituição Federal.

“Isso não é verdade. Olha os resultados de concursos de Norte a Leste e vão ver que eles estão passando e concurso e concorrem com o mesmo direito que os outros têm, porque a Constituição Federal diz que todos são iguais perante a Lei e não dá para criar um segmento superior a outro”, disse Eli.


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Por fim, Eli Borges, que também é pastor evangélico, criticou uma das principais narrativas de ativistas LGBTs, que é a ideia de discriminação partindo das igrejas cristãs em geral. Ele desafiou os presentes, pedindo para mostrarem números comprovando tal alegação.

“Eu quero provar para vocês que as igrejas acolhem muito mais pessoas homoafetivas do que vocês, com toda a organização que tem. Quero que me tragam os números, que eu tenho como provar também”, disse, segundo o Observatório. “Eu não estou vendo pastores e nem padres exercitando esse ódio”.