Estudo em 11 países aponta que mulheres religiosas e conservadoras são mais felizes

Mulheres religiosas
A pesquisa foi realizada em vários países. Foto: Reprodução/Google

Uma pesquisa realizada em diferentes países, baseada em autorelatos, constatou que mulheres religiosas e casadas em relacionamentos conservadores são mais felizes emocional e sexualmente, do que as que não são, revelando o contraste entre a teoria de alguns discursos feministas e a experiência social.

O Instituto de Estudos da Família realizou uma investigação, em várias partes do mundo, sobre a seguinte questão: “A religião é um fator positivo ou negativo sobre às famílias em todo o mundo?”


Intitulada “The Ties That Bind”, o estudo examinou “qualidade de relacionamento, fertilidade, violência doméstica e infidelidade”, em 11 países diferentes: Argentina, Austrália, Chile, Canadá, Colômbia, França, Irlanda, México, Peru, Reino Unido e Estados Unidos.

Descobriu-se que “casais altamente religiosos” têm melhores relacionamentos e mais “satisfação sexual” do que casais não religiosos. De fato, as mulheres em casamentos “altamente religiosos” são “cerca de 50% mais propensas a relatar que estão satisfeitas com sua relação sexual do que suas contrapartes seculares e menos religiosas”, disse o estudo.


Talvez sem muita surpresa, aqueles que frequentam os serviços religiosos têm mais filhos do que os que não frequentam, aponta o estudo. Também sem surpresa, as pessoas religiosas são mais propensas do que as que não são a se casarem, o que também é um fator de fertilidade, já que casais casados ​​têm mais filhos do que casais não casados.

Em termos de violência doméstica, a religiosidade não parece ser um fator de diferença. “Pouco mais de 20% dos homens em nossa amostra relatam a perpetuação da VPI [violência doméstica], e um pouco mais de 20% das mulheres em nossa amostra indicam que foram vítimas de VPI em seus relacionamentos”, relatou o Instituto para a Família.


“Nossos resultados sugerem, então, que a religião não protege contra a violência doméstica para esta amostra de casais das Américas, Europa e Oceania. No entanto, a religião também não é um fator de risco aumentado para a violência doméstica nesses países”, conclui a pesquisa, que pode ser lida integralmente aqui, segundo o Life Site News.